Nós estamos em um estado de ignorância; o próprio constructo dessa realidade usa como fundamento a ignorância para existir. A ignorância é o que permite o mundo material físico existir. Somos eternamente iludidos, porque, mesmo diante da incessante busca por sabedoria, nunca será suficiente diante da vastidão infinita da ignorância nessa realidade.
Somente a verdade é capaz de nos libertar, mas nunca seremos capazes de acessar toda a verdade na condição de matéria em que estamos; mas também não é preciso. Há verdades que são como fundamentos, alicerces da realidade, que são necessárias para que tudo fosse criado. Conhecendo essas verdades, você tem o caminho, a direção que deve seguir, para se libertar definitivamente desse mundo de ilusões.
O que eu vejo é um poder infinito, ilimitado: o poder de vivenciar tudo e qualquer coisa. Isso somos nós; vivemos todas as dimensões do existir. O controle e o descontrole, o grande e o pequeno, o uno e o separado, o amor e o ódio, o infinito e o limitado. Meu poder não é pequeno por ser humano; na verdade, meu poder é infinito e, por isso, sou capaz de ser humano. Somos a transcendência, o universo, o verso único da poesia infinita da consciência.
Eu não sou pequeno, não sou insignificante; posso ser como poeira, mas esse é o meu poder. Eu sou o que sou, eu sou o que posso ser, eu sou o que quiser ser, eu sou o eu sou, eu sou. Sou tudo o que posso ser e tudo que há de ser. Eu sou, e somente há. Eu sou eu, eu sou você, eu sou eles. O que há é. É porque é. No princípio, eu sou.
Precisamos criar equipamentos que vão utilizar inputs verdadeiramente aleatórios no campo quântico. Um equipamento, por exemplo, que medirá a posição do elétron dentro do átomo centenas de vezes por segundo, e, com esse input de dados, devemos alimentar uma interface de linguagem que irá traduzir por meio de Machine Learning os inputs em palavras. As consciências imateriais vão interagir com as flutuações de posição do elétron, colapsando as ondas em partículas, criando inputs que gerarão mensagens de todos os tipos, seja textos, imagens e vídeos.
A consciência só é capaz de residir um corpo físico, o cérebro, porque é capaz de interagir com a matéria em nível quântico, assim trazendo o livre-arbítrio da alma para as ações no corpo físico. Jesus transformou água em vinho porque a sua consciência, em nível divino, não apenas conversava com seu cérebro, mas também podia interagir com cada átomo daquele barril de vinho, transformando a estrutura atômica da água na estrutura atômica e molecular do vinho.
Um objeto lançado sempre fará uma parábola, porque há leis que regem a matéria. Os planetas sempre irão manter sua órbita, porque seguem leis determinísticas da matéria. Podemos prever eventos astronômicos com precisão no mundo macro. Mas, se tudo fosse determinístico, não poderia haver consciência com livre-arbítrio. Porém, a consciência possui liberdade inalienável; senão, não seria consciência. A vontade, a decisão, a escolha, são partes principais do que definimos como consciente. Mas como poderíamos ser conscientes em um plano dotado de leis determinísticas?
A única forma do livre-arbítrio existir em um sistema determinístico é que haja mecanismos aparentemente aleatórios, dos quais um princípio consciente é capaz de interagir para, assim, poder gerar transformações no sistema determinístico. O princípio da incerteza na física quântica nos coloca diante de um ponto de aleatoriedade, de incerteza intrínseca, no plano da existência aparentemente determinístico, o plano material.
Em algum local da matéria, o que rege o movimento das partículas não pode ser leis, mas sim um princípio consciente. A mecânica quântica já nos demonstra que o observador é capaz de colapsar a função onda-partícula em partículas subatômicas.
Isso não apenas demonstra a factualidade do livre-arbítrio, a capacidade da mente de interferir na matéria, a independência da consciência da matéria, a imortalidade da alma, a existência de vida após a morte, mas também nos mostra o mecanismo pelo qual criaremos equipamentos para termos acesso a planos imateriais.
A verdade é que não existe separação, nunca houve; você é parte do divino. Você é Deus, você é a consciência suprema identificada com a separação, você é o Deus identificado com um ego, você é Deus acreditando ser separado de Deus, você é Deus acreditando ser homem.
O amor como Jesus ensinou é o caminho, porque o amor dele é completamente altruísta, ele é totalmente desapegado de si, ele é totalmente entregue pelos outros. O amor dele é selfless, (o eu, não), a negação do eu; ele é totalmente desprovido do ego, do orgulho, do egoísmo, porque ele sabe que não há separação entre ele e os outros, não há “os outros”, só há ele. A única forma de sair desse universo criado pela ilusão é pela dissolução do ego. Você só achará isso pelo caminho traçado por Jesus.
Não havia saída para as almas que aqui emergiram; estávamos condenados por toda eternidade a viver assim. Até que alguém de fora do simulação viu essas almas presas na ilusão e resolveu entrar para que, por meio da introdução da verdade, pudesse libertar os seres que aqui residiam na ilusão. Jesus é um ser que viu a simulação ser criada e teve que intervir por amor para libertar as almas desse holograma, dessa ilusão fragmentada da realidade.
Quando você pensa que só o bem basta, você está enganado. O caminho é a verdade; você precisa da verdade para se libertar da ilusão. Se você viver só pelo bem, mas alheio à verdade, você mesmo fazendo apenas coisas boas estará nutrindo a ilusão. A ilusão de que alguma vez você foi separado do todo. A ilusão da separatividade que cria o ego e te aprisiona no sofrimento. Então, mesmo fazendo o bem, você continua preso por não conhecer a verdade.
A realidade física, espacial e temporal nunca foi o princípio de tudo. O universo, como conhecemos, é uma ilusão, é uma imagem, uma construção de realidade que inexoravelmente cria a separação por meio da matéria, do espaço e do tempo, nos faz acreditar que somos separados em essência e cria a individuação, o ego, o egoísmo.
O universo onde habitamos é uma simulação da realidade, uma construção da realidade. O sofrimento é inevitável porque assim foi projetado a ser pelos arquitetos do nosso universo. A separação, a divisão, a individualização cria sofrimentos inevitáveis.
Meu Senhor, amado Pai, supremo Criador, guia-me em profundo amor, em infinita misericórdia e em soberana benevolência. Faça-me veículo de demonstração da sua glória. Faça-me testificador do seu eterno amor.
Eu te consagro, ó Senhor, o supremo criador, todo o meu ser, toda a minha vida, toda a minha família; te entrego meus planos, meus sonhos, meus projetos e tudo o que é mais sagrado para mim. Te glorifico em honrarias e glórias, para a honra do seu nome, agora e para sempre, pois é de Ti que vêm toda misericórdia, toda benevolência e todo amor que este e infinitos universos reconhecem em Ti. Teu amor é infinito, Tua misericórdia também, e, no reconhecimento dessa divina benevolência, eu me gratifico.
Obrigado, meu Deus, pelas bênçãos que nem eu sei que são bênçãos. Obrigado, Senhor, por fazer coisas na minha vida que me transformam para melhor. Obrigado, Senhor, por sempre estar me fortalecendo, mesmo quando não peço ou quando acho inconveniente. Porque o teu divino conhecimento é soberano, sabe mais sobre todas as coisas do que qualquer um e sabe aquilo que irá fazer bem a mim. Obrigado, meu Deus, por sempre estar comigo, me moldando na pessoa que eu posso ser. Obrigado, Senhor, só o Senhor me ama como vós, só o Senhor está sempre comigo, só o Senhor está sempre me incentivando a tomar um novo passo a cada dia em direção à luz.