O que eu vejo é um poder infinito, ilimitado: o poder de vivenciar tudo e qualquer coisa. Isso somos nós; vivemos todas as dimensões do existir. O controle e o descontrole, o grande e o pequeno, o uno e o separado, o amor e o ódio, o infinito e o limitado. Meu poder não é pequeno por ser humano; na verdade, meu poder é infinito e, por isso, sou capaz de ser humano. Somos a transcendência, o universo, o verso único da poesia infinita da consciência.

Eu não sou pequeno, não sou insignificante; posso ser como poeira, mas esse é o meu poder. Eu sou o que sou, eu sou o que posso ser, eu sou o que quiser ser, eu sou o eu sou, eu sou. Sou tudo o que posso ser e tudo que há de ser. Eu sou, e somente há. Eu sou eu, eu sou você, eu sou eles. O que há é. É porque é. No princípio, eu sou.

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