A distração me fez divagar por tanto tempo. Não parece ser algo ruim que afeta, mas afeta muito; é como se fosse um navio que anda rumo ao destino, mas logo muda de direção. Hoje eu tenho um foco todos os dias, tenho uma constância no foco em Deus; isso já cria um movimento constante, mas ainda passo muito tempo distraído e sei que poderia ir muito mais longe se o meu foco permanecesse estável.

O entretenimento, a distração: ela eleva nosso humor até certo ponto. De todas as nossas necessidades, a mais alta é a da autorrealização, de sentir que realizamos algo com propósito. Por isso, criar é tão importante, seja arte, seja música, seja escrita, seja projetos no mundo físico; podemos criar de infinitas formas. Nós somos criadores e temos realização quando criamos: fazemos algo em busca de um propósito autêntico que toca profundamente nossa alma.

Eu amo a verdade, eu amo buscar a verdade, eu amo conhecer a verdade, e eu sei que o meu ikigai seria nessa área, mas vai muito além, porque eu não quero apenas criar algo que leve a verdade, porque isso já é algo que existe. O que eu quero mesmo é criar algo que não seja apenas dizer verdades, mas integralizar essas verdades para dentro de nós, para mudar as nossas vidas, porque é isso que quero fazer. Do que adianta saber tudo, se vivemos com ansiedade e depressão?

Por isso, quero criar algo que mostre a minha jornada para desenvolver pensamentos que me elevam, que me empoderem, que transformem os meus sentimentos e mudam a qualidade da minha vida para sempre. Eu quero criar algo que possa ser utilizado pelas pessoas para ver que podemos pensar diferente e sentir diferente, e sermos felizes no agora, independente de qualquer coisa. As minhas orações mostram essa vontade, as minhas reflexões também.

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