Filho, vejo como ficas cansado. As frustrações do dia a dia te machucam. Não posso te livrar de todas elas, mas sempre estarei aqui te ouvindo. Não sabes o quanto aprecio a tua voz, os teus sorrisos, as tuas piadas.
Me vejo em ti, como uma criança no corpo de um sábio, tão lúcido de tudo, mas com vontade apenas de brincar. O eterno sopro da juventude, a graça da infância que ama puramente, sem cicatrizes para temer.

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