Dentro de uma identidade, vimos que é a percepção que determina a felicidade. A percepção, ela vem de como o indivíduo observa o mundo através das suas crenças.
E o que são crenças?
Crenças são pensamentos que repetimos todos os dias a nós mesmos, ideias que categorizamos como verdade. A nossa verdade é a nossa percepção; a percepção determina como sentimos tudo.
Jesus disse que Ele era o caminho, a verdade e a vida. Mas o cristianismo, como é preconizado, não resolveu o problema da felicidade; apenas iluminou o caminho.
Qual era a verdade de Jesus?
“Eu e o Pai somos um.”
Essa foi a identidade que o Messias tomou para si mesmo. O “Eu serei o que serei”, a fagulha divina que encarnou Jesus, Aquele que consideramos o caminho para o paraíso, identificou-se a si mesmo como um com o Pai.
Se o que mais procuramos é a felicidade e a felicidade nasce de uma identidade que tomamos, Jesus então nos ensina a verdade: que todos somos unos com o Pai. Acredite nisso verdadeiramente, porque o observador escolhe a realidade com base em um foco de identidade em que acredita.
E o que é acreditar em ser uno com o Pai? O que é Deus?
Deus é “Eu serei o que serei”. Deus é potencial infinito realizado de todas as identidades, experiências, vivências. Deus é tudo e todos.
Ser uno com o Pai vai transformar a sua percepção. Percebendo que todos somos um, você é o infinito, eterno, insondável e o puro amor por tudo e todos, vendo em cada um uma expressão de si, de infinita singularidade e de equânime importância.
Ser Deus é amar profundamente, é viver em estado de graça, cheio de amor para com tudo e todos.

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