Eu sou eterno, criador. Eu sou centelha do Divino; o Divino está dentro de mim e não fora. Ele está em mim, e eu estou Nele. Eu sou o pequeno e o grande, o limitado e o infinito, homem e Deus. Eu sou parte do todo, eu estou sempre conectado, e todos estão também conectados a mim. Nenhuma alegria, nenhuma tristeza que é sentida pelo mundo não me afeta; todos estão conectados comigo.

O Cristo está em mim, eu sou parte Dele, Ele é parte minha. Eu tenho Cristo dentro de mim. Tudo que o Cristo é, eu também o sou. Tudo que Ele fez, eu também o posso.

Eu sou ilimitado. Eu sou imortal. Eu não tenho nada, mas também tenho tudo: o universo inteiro. Nós somos tudo. O pequeno é o grande, o elementar é o Divino. Nada me é impossível; tudo eu posso.

Eu busco inteiramente os ensinamentos dos Mestres. Eu valorizo Deus sobre todas as coisas e O amo de todo meu entendimento e de todo meu coração. Eu me sintonizo com entidades elevadas no amor, na compaixão, na autorrealização, no amor-próprio verdadeiro.

O que não se esconde, mas se reconhece, e, mesmo no reconhecimento, só amor floresce de si mesmo. Uma elevada compaixão e amor tenro sinto por todos e, especialmente, por mim mesmo. Reconheço minhas falhas, mas não me machuco por elas. Eu continuo com compaixão e infinita compreensão de quem eu sou em Deus e do que Deus é em mim.

Eu sou Ele, e Ele sou Eu, mas meu ego é expressão imperfeita daquilo que é perfeito. Sou expressão completa e incompleta; sou fragmento universal.

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