Jesus, como pessoa, como homem, a sua parte humana, era o nosso próximo. Ele nos contou que o maior mandamento era o de amar a Deus sobre todas as coisas, e o segundo mandamento era amar o próximo como a si mesmo.

Jesus, como homem, era nosso próximo; ele se equiparou à vida humana e se tornou humano. Se ele era o nosso próximo, ele amava as pessoas da mesma forma que se amava. Jesus amava o próximo e valorizava a vida de cada um; isso significa que ele também valorizava a sua própria vida. Da mesma forma que ele não daria ninguém a sacrifício, ele não se sacrificaria. E ele não queria; ele pediu a Deus para afastar o cálice.

Quem permitiu o sacrifício de Cristo foi Deus. A cruz não representa o amor de Jesus pelo mundo, mas, sim, a cruz representa o amor de Deus pelo mundo e o amor de Jesus por Deus. Jesus não apenas revelou a lei; ele a viveu ao seu extremo: amou a Deus de tal maneira que deu a sua vida por Ele.

“Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.” — Mateus 22:36-40

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” — João 3:16

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