Sentir o amor, viver no amor, é o mandamento do Cristo para nossas vidas. Temos que amar. Porém, o que é o amor? É achar alguém especial? É achar alguém bonito? É querer estar perto de alguém?

E o que é amar? Dar carinho, acolhimento, palavras de conforto? Se alegrar, rir, se conectar? Admirar, sorrir, se emocionar? Desejar, beijar, tocar? Ouvir, entender, estar presente? Presentear, elogiar, se expressar? Aliviar os fardo, diminuir a dor, atos de serviço?

Jesus demonstrou uma das formas mais raras de amor: o de se doar pelo outro. Se essa é uma das mais raras, também é uma das mais elevadas, porque ele amou o mundo de tal maneira que se entregou para nos salvar.

O amor pode ser expresso de muitas formas: com alegria, com carinho, com presença e com serviço. Mas o externo ainda é uma expressão imperfeita do amor. O amor é muito mais do que a sua expressão. O amor é tudo isso e muito mais; acima de tudo, amor é algo que se sente no coração. O que está fora não importa, se as intenções são obscuras; o que importa é sempre o que está sendo sentido dentro de nós. Em todos esses casos, o amor é o sentimento que inunda o nosso coração e que nos guia a agir.

O que é o amor puro, o que é o amor de Cristo?

Amor é quando a gente sente outra pessoa importante; amor é quando damos valor a alguém, não pelo externo, mas pela essência dela. Amor é dar importância, sentir importante, dar valor, valorizar.

Quando finalmente entendemos tudo isso, compreendemos que o mandamento maior, “Amar a Deus sobre todas as coisas.”, é de valorizar, de dar importância a Deus sobre todas as coisas. Como Cristo fez: se entregar completamente, toda a sua vida. Valorize a Deus a ponto de não existir nada mais importante do que ele, nem sua própria vida. Não adianta apenas fazer, mas sim sentir, e, para sentir, temos que valorizá-lo acima de tudo.

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