O corpo é como um véu, distorcendo a visão da alma, criando personas, egos, que fazem a centelha divina da alma se identificar com conceitos tão limitados de ser.

Quando você cria um ego, uma persona, um “eu sou”, você está se afastando da sua natureza divina; você deixa de ser Deus para se tornar Marcos, Matheus, Henrique… 

Só é quando você se esvazia do ego que percebe que, na verdade, você é tudo. Os corpos são veículos de manifestação no mundo material, mas, se afundamos na ilusão de acreditarmos que somos os corpos, perdemos a nossa lucidez e ficamos presos nas dimensões mais baixas.

A verdade liberta, porque só por meio da verdade teremos de volta a nossa lucidez, a clareza de pensamento; só assim limparmos a nossa visão turva e teremos de volta o pensamento reto, livre de distorções.

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