Tudo o que você pensa, tudo o que você acredita, se torna real para a sua realidade, para a sua consciência. Tudo o que você diz, tudo o que você sente, reforça aquilo que você acredita e pensa, tornando-se uma realidade ainda mais cristalizada e concreta. A mente não difere do que vê e do que imagina, porque a experiência consciente do observador não muda.

A consciência é a estrutura da realidade; só há o eterno agora, onde a consciência está a observar. A realidade que a consciência observa sempre é um sonho, uma projeção, um holograma que só existe dentro de si. Tudo o que é observado dentro dessa realidade advém daquilo que a consciência acredita naquele momento.

Se a consciência acredita ser um humano com um corpo de carne, em uma realidade material concreta que não se dissolve ao simples pensar, a consciência viverá essa experiência como se fosse real e acreditará que está limitada a um mundo de matéria, onde dificilmente interage com a realidade. Mas, no alicerce dessa consciência, há uma crença — a crença da materialidade — e, por isso, ela vive limitada.

Quando o Cristo ousou dizer: “Tudo é possível àquele que crê”, ou mencionou que “aquele que perguntar será respondido, aquele que bater, a porta será aberta”, Ele trouxe essa verdade fundamental. As limitações que possuímos só existem porque acreditamos possuí-las, mas, em sua essência, não existe nenhum tipo de limitação ou incapacidade. Jesus afirmou isso quando disse que, um dia, realizaríamos milagres iguais e até maiores do que aqueles realizados por Ele.

Posted in

Deixe um comentário