O eterno agora, onde o homem conhece a natureza do infinito, mas também da limitação. Não há fim ao tempo. Sempre existirá o amanhã, sempre existirá um depois, sempre. Mas cada instante pode ser gasto apenas uma vez — o paradoxo do infinito.

O eterno agora, onde o homem conhece a natureza do infinito, mas também da limitação. Não há fim ao tempo. Sempre existirá o amanhã, sempre existirá um depois, sempre. Mas cada instante pode ser gasto apenas uma vez — o paradoxo do infinito.

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