Não se trata de quem eu sou, ou quem eu fui, ou o que eu posso ser. Trata-se do que eu posso fazer, do que eu sei que posso fazer, do que me foi ensinado e que eu absorvi no meu ser. A questão não é: por que eu? Mas sim: porque eu. Eu tenho que fazer; se eu posso, eu devo. Eu sei; se eu sei, eu devo; se eu devo, eu faço.
Nunca foi mérito meu, nem do meu caráter, nem do que eu fiz ou do que deixei de fazer. Não se trata de quem eu sou, mas sim do que eu acredito. Eu não apenas acredito, mas eu sei. Sei, porque sei que no meu Mestre não há falsidade, e nele confio completamente. Tudo é possível para aquele que crê. Tudo mesmo; não há limites físicos nem mentais para o que é possível. Basta crer. E eu creio, e é por eu crer que eu não apenas posso, mas eu devo realizar tudo o que eu vejo como sendo minha missão. Eu creio, e é por isso que o Cristo me escolheu.

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